O mundo não é justo
No fim da tarde, enquanto voltava do mercado, caminhando lentamente, tentando ajeitar as várias sacolas nas únicas duas mãos que possuo - bem que poderíamos ter uma mão reserva, auxiliaria muito quando fizéssemos compras... Estou tergiversando. Onde estava mesmo? Lembrei! Com aquelas sacolas pesadas, suando as catadupas, antes de chegar em casa, ao longe, notei meu amigo Andrio. Estava com uma menina, sentado nas pedras brancas que ficam na frente da casa de um outro amigo, o Flávio.
Pareciam bem íntimos, os dois. Andrio falava ao pé do ouvido dela. E ela parecia estar gostando do que ouvia. Ela era do tipo modelo sueca. Magra, tez bem clara, com leves curvas. Comprimentei-o fazendo sinal de positivo. Ele retribuiu não só o sinal, também tascou um sorriso. Um sorriso diferente, vasto, cheio de dentes. Um sorriso de satisfação!E eu garanto que era isso que meu amigo Andrio sentia. Satisfação.
Voltei a minha insignificância e entrei em casa. Comecei a pensar na cena que presenciei enquanto preparava algo para comer.
-Por que não toma leite?É bom pra saúde. - disse minha avó. Concordei com a cabeça. Pois o leite é rico em cálcio e no futuro não pretendo ter osteoporose. Doença causada pela falta de cálcio nos ossos.
Eu sempre estive no lugar do que vê e não do que vive. Presenciei várias e várias outras cenas que vi anteriormente. Lembro, agora, do Flávio, dono da casa das pedras brancas. Um sujeito pândego, pronto para farras e folias. Como um animador de festas. Houve uma época que Flávio, a cada mês, tinha uma mulher diferente. Esse tempo passou, agora é de uma só. Cláudia o nome dela. Lembro também do John, um bom atacante, driblador, bem rápido. Não tinha tantas quanto Flávio, mas sempre estava bem acompanhado. O Patryk, administrador deste blog, sempre com alguma história bem sucedida. Na ultima ele se deu bem dentro de um ônibus.
No fim da tarde, enquanto voltava do mercado, caminhando lentamente, tentando ajeitar as várias sacolas nas únicas duas mãos que possuo - bem que poderíamos ter uma mão reserva, auxiliaria muito quando fizéssemos compras... Estou tergiversando. Onde estava mesmo? Lembrei! Com aquelas sacolas pesadas, suando as catadupas, antes de chegar em casa, ao longe, notei meu amigo Andrio. Estava com uma menina, sentado nas pedras brancas que ficam na frente da casa de um outro amigo, o Flávio.
Pareciam bem íntimos, os dois. Andrio falava ao pé do ouvido dela. E ela parecia estar gostando do que ouvia. Ela era do tipo modelo sueca. Magra, tez bem clara, com leves curvas. Comprimentei-o fazendo sinal de positivo. Ele retribuiu não só o sinal, também tascou um sorriso. Um sorriso diferente, vasto, cheio de dentes. Um sorriso de satisfação!E eu garanto que era isso que meu amigo Andrio sentia. Satisfação.
Voltei a minha insignificância e entrei em casa. Comecei a pensar na cena que presenciei enquanto preparava algo para comer.
-Por que não toma leite?É bom pra saúde. - disse minha avó. Concordei com a cabeça. Pois o leite é rico em cálcio e no futuro não pretendo ter osteoporose. Doença causada pela falta de cálcio nos ossos.
Eu sempre estive no lugar do que vê e não do que vive. Presenciei várias e várias outras cenas que vi anteriormente. Lembro, agora, do Flávio, dono da casa das pedras brancas. Um sujeito pândego, pronto para farras e folias. Como um animador de festas. Houve uma época que Flávio, a cada mês, tinha uma mulher diferente. Esse tempo passou, agora é de uma só. Cláudia o nome dela. Lembro também do John, um bom atacante, driblador, bem rápido. Não tinha tantas quanto Flávio, mas sempre estava bem acompanhado. O Patryk, administrador deste blog, sempre com alguma história bem sucedida. Na ultima ele se deu bem dentro de um ônibus.
ÔNIBUS!
Além do próprio Andrio, fazendo palhaçadas por ai. Entre outros que não vou mencionar.
Há uma coisa em comum entre eles: a atenção. Todos eles, em quaisquer lugares que estiverem, chamam a atenção. Seja no modo de agir, de falar, de vestir, de caminhar, etc. Eles chamam atenção. Já eu, soterrado nas severas e intransponíveis regras de criação da minha avó, não tenho essa “facilidade” em lidar com o sexo oposto. Sou do tipo tímido, que só observa. E isso não é bom.
Poderia tentar imita-los, ser como eles. Mas, não. Aí é que está à graça, do tipo deles tem aos montes já do meu tipo são raros.
Neste momento, um deles deve estar abraçando algum corpo quente, beijando alguma boca carnuda, alisando algum quadril volumoso e eu, sozinho em casa, escrevendo este texto. Espero, sinceramente, que no futuro eu seja abençoado por Deus e ganhe na Mega-Sena. Daí abrirei um bordel, isso mesmo, uma casa de massagem com as melhores garotas. E quando um deles quiser entrar, não deixarei!
-Pô Marlon, me deixa entrar aí? - vou olhar nos olhos dele e dar duas batidinhas no ombro.
-Não posso.
-Por quê?
-Porque o mundo meu amigo, o mundo não é justo.
Obrigado pela atenção e alguém comente este texto... Por favor!!!
Marlon Pires Ramos
Nossa Só Agora Fui Ler,Vi Meu Nome Ali e fui Ler Preto Fia da Mae,Me Dedando Aqui.
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